INÍCIO AGRICULTURA Suinocultura

Qual o ponto de equilíbrio para o mercado de suínos?

Mercado de suínos aquecido é sempre motivo de euforia entre as partes de negociação do suíno vivo
Vandré Dubiela
- Exclusivo Rural News
Publicado em 07/06/2024

O mercado de suínos aquecido é sempre motivo de euforia entre as partes de negociação do suíno vivo. Mas a pergunta é: qual o ponto de equilíbrio? De acordo com o Engenheiro de Alimentos da Lakre, Assessoria e Consultoria, Henrique Lajarim, as expectativas se afloram e a esperança de um período de recuperação dos grandes prejuízos acumulados no passado viram, de certa forma, realidade.


O mercado nessa semana está superaquecido no segmento do suíno vivo, com expectativa de ainda mais melhora
O mercado nessa semana está superaquecido no segmento do suíno vivo, com expectativa de ainda mais melhora

Entretanto, ele chama a atenção para um ponto limitante: o teto do mercado, notabilizado pelo movimento de grandes empresas, peso médio, disponibilidade total, período do mês, exportações, preços de outros proteínas, temperatura e emoções na negociação. “Em um momento clássico como esse, o que se torna revoltante é o retorno, pois os fatores que o fazem subir são os mesmos que o fazem cair”, avalia.

O mercado nessa semana está superaquecido no segmento do suíno vivo, com expectativa de ainda mais melhora. Lajarim indaga: é possível definir o ponto de equilíbrio para que as fortes oscilações deixem de ocorrer? Segundo ele, vale a pena refletir dos dois lados para chegar a m mercado equilibrado e benéfico para todos.

Diante do atual momento, Lajarim projeta para a próxima semana preços de R$ 0,40 a R$ 0,50 a mais. O preço do suíno hoje na granja no Oeste do Paraná está em R$ 6,60.


Sobre o autor Vandré Dubiela

Com mais de três décadas dedicadas ao jornalismo, iniciou a carreira no Jornal O Paraná, de Cascavel, passando pelas principais editorias. Conta com textos e fotografias publicados nos principais meios de comunicação nacional, entre os quais a Folha de São Paulo, Estado de S. Paulo, Gazeta do Povo e Revista Grid. Atuou ainda como produtor da TV Tarobá, afiliada da Band e como editor de portais de notícias. Também é autor do livro AREAC 50 anos – Pioneirismo na defesa e na valorização da agronomia paranaense. Nos últimos anos, se especializou em agronegócio, produzindo reportagens e artigos do gênero, inclusive trabalhos dedicados à OCEPAR (Organização das Cooperativas do Estado do Paraná).
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