Sobe para R$ 11 bilhões as perdas provocadas pelas chuvas

Levantamento foi apresentado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM)

O maior desastre ambiental da história do Rio Grande do Sul, as enchentes arrasaram municípios, que tiveram pontes, estradas e casas destruídas. As chuvas, que iniciaram em 29 de abril, provocaram a morte de 169 pessoas e deixaram 45 desaparecidos. Os feridos passam de 800.


Chuvas causaram estragos de Norte a Sul do Estado sulino
Chuvas causaram estragos de Norte a Sul do Estado sulino



Quase 1 milhão de pessoas ficaram desabrigadas. A Defesa Civil estadual estima que a catástrofe climática afetou a vida de 2,34 milhões de gaúchos. Poucos escaparam da fúria das águas barrentas, que causaram prejuízos em 471 dos 497 municípios do Estado.





As precipitações extremas também causaram prejuízos no campo. A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) estima que os prejuízos com as chuvas subiram para R$ 11 bilhões, conforme atualização feita nesta quarta-feira. A avaliação anterior, feita uma semana antes, apontava danos da ordem de R$ 10,4 bilhões.





A agropecuária é o setor econômico privado com mais perdas financeiras decorrentes da tragédia climática no Rio Grande do Sul, segundo a entidade. A agricultura contabiliza R$ 3,1 bilhões em prejuízos, enquanto na pecuária as perdas acumulam R$ 272,4 milhões em prejuízos.



A indústria relatou R$ 267 milhões em perdas, número que chegou a R$ 131,4 milhões nos comércios locais. Os demais serviços contabilizam R$ 88,1 milhões em prejuízos, de acordo com levantamento da CNM.


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