A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), por intermédio da Comissão Nacional de Assuntos Fundiários, interveio junto à Receita Federal para solucionar uma sequência de entraves técnicos e operacionais que vinham sendo relatados por produtores rurais durante o preenchimento da Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) 2026. A articulação institucional foi conduzida em parceria direta com a Comissão de Direito de Propriedade do Instituto Pensar Agropecuária (IPA).
A mobilização das lideranças do setor agropecuário ocorreu após declarantes de diferentes estados apontarem inconsistências recorrentes nos procedimentos digitais, divergências no cruzamento de dados cadastrais e falhas no processamento das informações fundiárias dos imóveis. As dificuldades de acesso e navegação colocavam em risco o envio tempestivo das obrigações fiscais da classe produtora.
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Em resposta imediata aos apontamentos apresentados pelas entidades, a Receita Federal atualizou o Programa Gerador da Declaração (PGD) do ITR. Com a nova versão disponibilizada, o ambiente digital do Fisco passa a recepcionar normalmente todos os dados e comprovantes referentes às propriedades rurais até as 23h59min59s de 30 de setembro, data em que expira o calendário legal de entrega.
A atualização do programa confere maior fluidez ao cumprimento da obrigação tributária e reduz o risco de bloqueios indevidos por falhas no sistema. A CNA orienta os produtores a acompanharem as instruções oficiais do Fisco, conferirem minuciosamente as informações cadastrais dos imóveis e providenciarem a transmissão dos dados com antecedência para evitar sobrecarga nos servidores nos últimos dias de prazo. A entidade informou que manterá a vigilância sobre a estabilidade da plataforma até a conclusão definitiva da entrega.
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