MS quer trechos de rodovias federais para compor a rota da celulose

Plano prevê melhorias em estradas que ligam o Estado a São Paulo

Publicado em 19/03/2024

Um pacote de obras anunciado pelo governo de Mato Grosso do Sul para o setor de transportes, que prevê a concessão de cinco rodovias, depende da assinatura de acordos com o governo federal. O sucesso do pacote depende do repasse de trechos das rodovias BR-262 e BR-267 ao governo estadual.

A previsão do governador Eduardo Riedel (PSDB) é que a negociação seja concluída em maio.
Rodovia BR-262, que liga Campo Grande a Três Lagoas, está no pacote
Rodovia BR-262, que liga Campo Grande a Três Lagoas, está no pacote

Riedel pretende conceder os trechos à iniciativa privada por meio de concorrência pública.

Para a BR-262, o governo sul-mato-grossense quer o repasse do trajeto de Campo Grande a Três Lagoas, com 326 quilômetros, e o de Nova Andradina a Bataguassu, na BR-267, com 136 quilômetros.

O estudo de viabilidade técnica para a concessão das estradas - primeiro passo antes da delegação pelo governo federal - está em fase final de levantamento, segundo o governo de Mato Grosso do Sul.
No mesmo pacote, o governo estadual quer conceder a MS-040, com 311 quilômetros, entre Campo Grande e Bataguassu que, com outras rodovias, forma a “rota da celulose”, em direção ao Estado de São Paulo.

As rodovias passam pelas cidades de Ribas do Rio Pardo, Água Clara, Santa Rita do Pardo e Três Lagoas onde há fábricas de celulose, prestadoras de serviços da cadeia da celulose e plantações de eucalipto.



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