Tupanciretã sediou hoje a 15ª Abertura Oficial da Colheita da Soja do RS

Estado deve colher 22,24 milhões de toneladas de soja na safra 2023/2024.
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Publicado em 25/03/2024

Tupanciretã, no Norte do Rio Grande do Sul, sediou, nesta segunda-feira (25/3), a15ª Abertura Oficial da Colheita da Soja. O evento já é tradicional no município, que é o maior produtor do grão no Estado. A cerimônia, que faz parte do calendário oficial do governo do Estado, ocorreu às 10h, na lavoura da Agropecuária Richter, que fica na localidade de Santa Luzia, distante 15 quilômetros da sede do município. A primeira abertura na propriedade da família ocorreu em 2017.

Participaram do evento centenas de produtores rurais e autoridades, tanto locais, como estaduais e federais, entre presidente de associações, cooperativas e órgãos privados, empresas assim como autoridades e representantes de órgãos públicos. Nesta edição foi realizado o 1º Feirão de Negócios, com a participação de empresas que atuam no segmento.
Crédito: Fernando Dias/ Seapi
Crédito: Fernando Dias/ Seapi

O Rio Grande do Sul deve colher 22,24 milhões de toneladas de soja na safra 2023/2024, um incremento de 77% em relação à safra anterior, conforme levantamento da Emater/RS-Ascar. Nesta safra 2023/2024, são 426 municípios com cultivo do grão em uma área de cerca de 6,6 milhões de hectares.

A produtividade projetada é de 3.329 quilos por hectare, segundo a Emater-RS/Ascar. Quando comparada à safra passada, que foi de 1.949 quilos por hectare, a cultura apresenta produtividade de 71,52% maior do que em 2023, quando chegou a 12.970.362 toneladas.

Já pela estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), os gaúchos devem colher 21,8 milhões de toneladas neste ano, um crescimento de 68,1% em relação à safra passada, que foi bastante prejudicada pela estiagem. O volume representa 14% das 146,9 milhões de toneladas de soja que devem ser produzidas no Brasil.
A colheita no Estado avançou para 3% da área cultivada, conforme levantamento da Emater. A fase predominante é o enchimento de grãos, atingindo 59%, e a maturação 27%. Os rendimentos iniciais das lavouras precoces variaram de 1,5 mil quilos por hectare – regiões com menor produtividade e chuvas insuficientes – a 4,8 mil quilos por hectare – Campos de Cima da Serra, onde as chuvas foram mais frequentes.
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