Após fechar em alta na terça-feira, soja abre no campo negativo em Chicago

Ontem os contratos futuros negociados com soja em Chicago apresentaram forte reação e registraram ganhos superiores a 20 cents.
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- Especial para Rural News
Publicado em 31/01/2024

Depois de três sessões em queda e perdas de mais de 40 cents, ontem os contratos futuros negociados com soja em Chicago apresentaram forte reação e registraram ganhos superiores a 20 cents. Hoje os preços voltam ao campo negativo, com queda de 7 cents neste momento desta quarta-feira, operando em U$ 12,11/março.

Os preços foram muito pressionados neste mês de janeiro. Em Chicago as perdas somam cerca de 90 cents. Nem mesmo a queda de produtividade no Brasil conseguiu emprestar suporte. O mercado carece ainda de informações mais claras sobre o real volume que efetivamente virá a mercado – o que só será possível com um avanço mais expressivo da colheita.

Enquanto isto, a Argentina entra no radar diante de relatos de avanço do tempo quente e seco, que está atingindo as lavouras na fase mais crítica de sua evolução. O mercado passará a monitorar de perto este novo capítulo da safra sul-americana. Se, de fato houver perdas, não serão perdas isoladas, mas é um volume que se somará à redução de colheita apurada no Brasil. É a oferta sul-americana posta em cheque.

Apesar de ainda muito pressionados, os prêmios nos portos brasileiros mostraram alguma melhora. No mercado spot, são indicados na faixa entre -90/-70; para março, entre – 110/-100.

Os produtores se mantêm retraídos, com baixos volumes de oferta. Indicações de compra no oeste do Paraná entre R$ 108,00/110,00 e em Paranaguá na faixa de R$ 118,00/120,00 – dependendo do prazo de pagamento e, no interior, também do local e do período de embarque.

Sobre o autor

Possui graduação em Jornalismo pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos(1981), graduação em Economia pela Faculdade de Educação, Ciências e Letras de Cascavel(1985), especialização em Teoria Econômica pela Universidade Federal do Paraná(1989) e mestrado em Administração pela Universidade Federal de Santa Catarina(2001). Tem experiência na área de Economia. Atuando principalmente nos seguintes temas:Maximização da Renda, Informação, Comercialização. É diretor da Corretora Granoeste, de Cascavel/PR.
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