Mesmo com chuvas recentes, lavouras argentinas seguem ameaçadas pela seca
Embora chuvas tenham caído sobre as principais terras agrícolas do país no último fim de semana, a bolsa de grãos observou em seu relatório semanal sobre o clima da safra que a precipitação variou muito na área.
A Bolsa de Rosário reduziu sua previsão de safra de milho 2024/25
Relatório divulgado ma segunda-feira (20/01) pela Bolsa de Grãos de Rosário afirma que as chuvas recentes na principal região agrícola da Argentina não aliviaram as preocupações de que a seca contínua poderia prejudicar ainda mais a produção agrícola.A Argentina é um dos principais exportadores de soja processada e outros grãos.
As lavouras do país foram atingidas por uma seca de quase um mês no verão do Hemisfério Sul e recentemente uma onda de calor intensificou as preocupações com as colheitas.Embora chuvas tenham caído sobre as principais terras agrícolas do país no último fim de semana, a bolsa de grãos observou em seu relatório semanal sobre o clima da safra que a precipitação variou muito na área.
A instituição também recomendou mais monitoramento no futuro.Alguns analistas argumentam que as chuvas chegaram tarde demais para reverter os danos causados pela seca.Na semana passada, a bolsa reduziu sua previsão de safra de milho 2024/25 para 48 milhões de toneladas devido ao clima adverso, abaixo da safra de 50 milhões a 51 milhões de toneladas estimada anteriormente.
A bolsa também reconheceu que a produção de soja ficará abaixo de sua previsão anterior de 53 milhões a 53,5 milhões de toneladas, mas não forneceu uma nova estimativa.
