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Sociedade reage às invasões do MST, que chegaram até sede do Incra de Sergipe

Na intitulada “Jornada Nacional de Lutas”, o MST tem promovido uma série de invasões nesta semana. Eram terras e agora passaram a ser instituições como sedes do Incra de estado como de Sergipe, em Aracaju. Inclusive com a promoção de “audiência pública” com o superintendente do local, André Milanez, assim como com diretores da instituição e representantes do MST no estado, “para dialogar sobre as pautas dos assentamentos e acampamentos de todas as regiões do estado”, justifica o MST.

Ainda na cidade, foi promovida na Câmara Municipal uma “sessão solene” em homenagem aos 40 anos do MST e “em memória aos mártires de Eldorado do Carajás”. “A sessão integra a programação do Abril de Lutas, e na ocasião, também foram divulgadas informações sobre a preparação do 7º Congresso Nacional do MST”, divulgou a entidade.
Também foi promovida na Câmara Municipal de Aracaju uma “sessão solene” em homenagem aos 40 anos do MST
Também foi promovida na Câmara Municipal de Aracaju uma “sessão solene” em homenagem aos 40 anos do MST

E como respostas a estas ações ilegais, tem ocorrido muitas reações de entidades civis da sociedade. “A Sociedade Rural Brasileira defende veementemente o Estado de Direito e expressa sua total reprovação às ações do MST, que têm resultado na ocupação ilegal de propriedades rurais em 11 estados do país, inclusive um centro de pesquisa da Embrapa localizado em Petrolina, Pernambuco. O aumento dessas atividades representa uma clara violação do direito à propriedade privada e gera um clima de insegurança no meio rural”, reagiu a SRB.
Não podemos aceitar, em pleno 2024, baderna no nosso país
Pedro Lupion, presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária

“Esperamos uma resposta rápida das autoridades locais assim como do Governo Federal, a fim de conter tais movimentos. Acreditamos firmemente que só existe um caminho para promover a justiça social e ela se dá por meio do diálogo e dentro da legalidade”, prossegue a manifestação da entidade. “A invasão de terras produtivas fere direitos fundamentais do cidadão, afetando diretamente o produtor rural que está produzindo, garantindo a segurança alimentar e movimentando a economia do país”, lamentou o presidente da SRB, Sérgio Bortolozzo.

“A Associação Brasileira dos Produtores de Sementes de Soja (Abrass) repudia as invasões de propriedades privadas realizadas pelo MST e expressa sua solidarização aos produtores rurais das 28 áreas, em 16 estados e no Distrito Federal, que tiveram suas propriedades ilegalmente ocupadas durante o mês de abril”, destacou a entidade “Reafirmamos o entendimento que se trata de um ato criminoso, um desacato ao estado democrático de direito e ao direito de propriedade. A entidade manifesta apoio às autoridades constituídas a combatê-los em todo país e a punição dos responsáveis”.

Baderna em pleno 2024

Já o presidente da Frente Parlamentar de Agropecuária (FPA), Pedro Lupion (PP-PR), voltou a se manifestar contra as ações ilegais. “Não podemos aceitar, em pleno 2024, baderna no nosso país”, disse. “Temos trabalhado na FPA para auxiliar com propostas que possam acabar com a liberdade de organizações que só destroem o desenvolvimento social e econômico. Ainda temos muito para caminhar, com projetos que vão desde tirar os invasores dos programas sociais do governo a tipificar o crime como terrorismo. Demos o primeiro passo agora”.


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COMENTÁRIOS
“O desgoverno do PT está incentivando cada vez mais as invasões de terras no Brasil. E quem paga a conta é o agronegócio, que além de se preocupar em produzir, tem que perder o sono com esse movimento terrorista...” - Autor: Claúdio Duarte Rosa

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