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“Alguns produtores se empolgaram um pouco nas aquisições e isso trouxe alguns problemas. Estamos ajustando a política de créditos a menores riscos, mas não vamos deixar de financiar o agro brasileiro”. A garantia foi dada pelo diretor de agronegócios do Bradesco, Roberto França, em entrevista concedida a jornalistas no Show Rural Coopavel na tarde desta terça-feira (10.02.26).
Junto a ele, também participou da coletiva Nadele Saad, head (líder) do E-Agro, estrutura digital do Bradesco voltada para o agronegócio, que festeja um sucesso sem precedentes. Segundo ela, a plataforma conecta atualmente 125 mil usuários ativos a diferentes linhas de financiamento e soluções, com destaque para “máquinas, implementos e drones”.
Criado em 2023, o E-agro fechou 2025 com R$ 5,6 bilhões em crédito rural originado e R$ 6,3 bilhões em carteira. A originação mais do que dobrou em relação a 2024, quando alcançou R$ 2,4 bilhões. “Para 2026 nossa previsão é de que o crescimento de carteira fique entre 25% e 30% em relação ao ano anterior”, projeta Saad.
Já o diretor Roberto França, fez uma extensa avaliação sobre relatos de inadimplência de produtores pelo Brasil, creditando boa parte dos pedidos de recuperação judicial a ações precipitadas de profissionais: “Alguns advogados apostaram neste tipo de procedimento e o uso, em demasiado, colocou um freio no mercado. Talvez seja a hora de uma nova regulamentação”, sugere.
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#Bradesco # E-Agro # Financiamento # taxa Selic # Recuperações judiciais #
Bradesco avança com E-agro, e mantém foco no financiamento a produtores
Roberto França, diretor de agronegócios, credita boa parte das recuperações judiciais à ofensiva de advogados e aposta em uma taxa Selic entre 12% e 13% ainda este ano
11/02/2026 |
Junto a ele, também participou da coletiva Nadele Saad, head (líder) do E-Agro, estrutura digital do Bradesco voltada para o agronegócio, que festeja um sucesso sem precedentes. Segundo ela, a plataforma conecta atualmente 125 mil usuários ativos a diferentes linhas de financiamento e soluções, com destaque para “máquinas, implementos e drones”.
Criado em 2023, o E-agro fechou 2025 com R$ 5,6 bilhões em crédito rural originado e R$ 6,3 bilhões em carteira. A originação mais do que dobrou em relação a 2024, quando alcançou R$ 2,4 bilhões. “Para 2026 nossa previsão é de que o crescimento de carteira fique entre 25% e 30% em relação ao ano anterior”, projeta Saad.
Críticas e projeções do banco
Já o diretor Roberto França, fez uma extensa avaliação sobre relatos de inadimplência de produtores pelo Brasil, creditando boa parte dos pedidos de recuperação judicial a ações precipitadas de profissionais: “Alguns advogados apostaram neste tipo de procedimento e o uso, em demasiado, colocou um freio no mercado. Talvez seja a hora de uma nova regulamentação”, sugere.
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Editor RuralNews
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