Soja inicia semana pressionada em Chicago
Decisão da Suprema Corte dos EUA amplia incertezas, enquanto safra recorde no Brasil mantém mercado competitivo
Por: Camilo Motter
A decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos, que considerou ilegal o aumento das tarifas de importação adotado pelo governo norte-americano, elevou o nível de incerteza. Com o fim do chamado “tarifaço”, analistas avaliam que a China pode rever acordos anteriores de compra de soja dos Estados Unidos.
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Sem a necessidade de compensar tarifas mais elevadas, importadores chineses tendem a buscar origens mais competitivas. Nesse cenário, a soja brasileira, impulsionada por uma safra recorde, ganha ainda mais atratividade no mercado internacional.
No Brasil, a colheita da safra 2025/26 atinge 31% da área, abaixo dos 37,6% registrados no mesmo período do ano passado e ligeiramente inferior à média histórica de 33,9%, segundo a agência Safras.
No Mato Grosso, o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA) estima a colheita em 65,8%, praticamente em linha com os 66,2% verificados na mesma data de 2025.
Os prêmios seguem pressionados nos portos brasileiros. No mercado spot, variam entre 10 e 20 pontos; para março, entre 5 e 20 pontos; e, para abril, entre -15 e 5 pontos.
No mercado físico, as indicações de compra no oeste do Paraná giram entre R$ 116,00 e R$ 118,00 por saca. Em Paranaguá, as referências variam de R$ 127,00 a R$ 130,00, a depender do prazo de pagamento, local e período de embarque.
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Texto publicado originalmente em Notícias
Sem a necessidade de compensar tarifas mais elevadas, importadores chineses tendem a buscar origens mais competitivas. Nesse cenário, a soja brasileira, impulsionada por uma safra recorde, ganha ainda mais atratividade no mercado internacional.
No Brasil, a colheita da safra 2025/26 atinge 31% da área, abaixo dos 37,6% registrados no mesmo período do ano passado e ligeiramente inferior à média histórica de 33,9%, segundo a agência Safras.
No Mato Grosso, o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA) estima a colheita em 65,8%, praticamente em linha com os 66,2% verificados na mesma data de 2025.
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No mercado físico, as indicações de compra no oeste do Paraná giram entre R$ 116,00 e R$ 118,00 por saca. Em Paranaguá, as referências variam de R$ 127,00 a R$ 130,00, a depender do prazo de pagamento, local e período de embarque.
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