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Milho inicia semana em queda pressionado por safra dos EUA e maior oferta no Brasil

Investidores aguardam dados do USDA enquanto colheita avança no Brasil

Milho inicia semana em queda pressionado por safra dos EUA e maior oferta no Brasil

Oferta crescente e ritmo lento de negócios pressionam o mercado do milho no Brasil. Foto: Canva

Foto do autor Redação RuralNews
30/06/2025 |

O mercado do milho começou a semana sob pressão, com novas desvalorizações nos contratos futuros. Na manhã desta segunda-feira (1º), a posição setembro em Chicago operava a US$ 4,07 por bushel, com queda de 3 a 4 pontos, após acumular recuo de 4% na semana passada.

Na B3, o cenário é semelhante: o contrato julho permanece em R$ 63,45, enquanto o setembro é negociado a R$ 62,30, levemente abaixo do fechamento anterior. A Granoeste observa que o mercado segue pressionado pela boa evolução da safra norte-americana e pela entrada da produção brasileira, ainda que com ritmo de colheita mais lento neste ano.

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Nos Estados Unidos, o Departamento de Agricultura (USDA) deve divulgar nesta tarde os dados de plantio e estoques. A expectativa é de uma leve redução na área plantada, estimada agora em 38,55 milhões de hectares (MH), ante 38,58 MH em março. Em 2023, a área foi de 36,81 MH. Para os estoques de milho ao final de junho, o mercado projeta 118 milhões de toneladas (MT), abaixo dos 126,9 MT registrados no mesmo período do ano passado.

No Brasil, a colheita avança, mas segue atrasada. Segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (IMEA), 27% da área foi colhida no Mato Grosso, ante 62,4% no mesmo período de 2024.

No oeste do Paraná, as indicações de compra estão entre R$ 56,00 e R$ 58,00, com mercado bastante lento, reflexo do aumento no volume ofertado. Em Paranaguá, os preços variam entre R$ 63,00 e R$ 65,00, dependendo das condições de pagamento e localização dos lotes.

No câmbio, o dólar opera em alta, cotado a R$ 5,50 nesta manhã. Na última sessão, a moeda americana fechou a R$ 5,483.








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