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Atualização do rebanho no Paraná é obrigatória e prazo termina neste mês

Produtor que não fizer o cadastro fica impedido de emitir a Guia de Trânsito Animal

Atualização do rebanho no Paraná é obrigatória e prazo termina neste mês

Atualização do rebanho é obrigatória e garante o status sanitário internacional do Paraná como livre de febre aftosa sem vacinação. Foto: Canva

Foto do autor Redação RuralNews
25/06/2025 |

Os produtores rurais do Paraná têm até o dia 30 de junho para atualizar o cadastro do rebanho junto à Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar). O procedimento é obrigatório para todos que possuem animais de criação, de abelhas a bovinos, e quem não cumprir a exigência ficará impedido de emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA).

A atualização deve informar todas as espécies existentes na propriedade, como bois, búfalos, cabras, ovelhas, suínos, cavalos, jumentos, mulas, abelhas, galinhas e peixes. De acordo com o Diagnóstico Agropecuário Paranaense, divulgado pela Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), o estado tem 8,3 milhões de bovinos, 396 milhões de frangos de corte, 7 milhões de suínos e 1,5 bilhão de pescados de água doce, entre outras criações.

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O cadastramento pode ser feito de forma online, por meio do sistema da Adapar, com CPF, login e senha. Depois de acessar, o produtor seleciona a propriedade com pendência e atualiza os dados por espécie. O mesmo processo pode ser feito pelo celular, por meio do aplicativo Paraná Agro, disponível para Android e iPhone.

Quem preferir pode fazer a atualização presencialmente, nas unidades da Adapar, sindicatos rurais ou escritórios municipais de atendimento agropecuário. Para isso, é necessário preencher e assinar os formulários disponíveis nesses locais.

Desde que o Paraná foi reconhecido como área livre de febre aftosa sem vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), a atualização do rebanho passou a ser uma exigência sanitária obrigatória. A medida substitui a vacinação contra a doença e garante a rastreabilidade da produção pecuária no estado.

Segundo Ágide Eduardo Meneguette, presidente interino do Sistema FAEP, esse status internacional é resultado de mais de 30 anos de trabalho conjunto entre setor público e privado. “A conquista abre mercados mais exigentes para nossos produtos e reforça a credibilidade do nosso sistema sanitário. Por isso, é fundamental manter a vigilância com a atualização do rebanho. É um procedimento simples e, em caso de dúvidas, os sindicatos rurais estão preparados para ajudar os produtores”, afirma.








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