A rentabilidade do confinamento apresentou melhora em maio, impulsionada pela redução nos custos da atividade. De acordo com análise do Cepea em parceria com a Tortuga/DSM, o recuo foi motivado, principalmente, pela queda nos preços do boi magro e pela diminuição nos gastos com alimentação, influenciada pela desvalorização do milho.
Além da redução de custos, a previsão de receita com os confinamentos – baseada nos contratos do mercado futuro – também contribuiu para o cenário mais favorável. Para os abates programados para junho, a rentabilidade estimada durante o período de confinamento (105 dias), na média Brasil, foi de 10,1%.
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