Feriado do Dia do Trabalho nos EUA deixam commodities sem referências nesta segunda-feira
Sem a Bolsa de Chicago, que é referência para o mundo, bolsas e commodities nos demais países acabam fazendo movimentação lateralizada
Olá, amigos do Rural News! Feriado do Dia do Trabalho nos EUA e não temos atualizações sobre as cotações no dia de hoje. E sem a referência para o mundo, bolsas e commodities nos demais países acabam fazendo movimentação lateralizada. Vamos aproveitar esse momento para recapitular os principais motivadores fundamentais que temos para a soja: na semana passada tivemos o relatório de exportações do USDA que vieram positivos, mostrando que a demanda de compra por soja americana está subindo. Além disso temos a decisão sobre o limite de uso de óleo vegetal para biocombustíveis em 20% que o estado da Califórnia queria impor, mas voltou atrás. Outro ponto é o clima nos EUA que vem esfriando e pode desencadear geadas em alguns pontos. Esses fundamentos dão suporte aos preços da soja, margens de esmagamento melhores no Brasil, EUA e China também podem colaborar para um movimento de recuperação dos preços desta commodity. Na B3 o milho oscilou pouco pela falta da referência de Chicago e se encaminha para um fechamento estável cotado a R$61,75/sc.
Macroeconomia
A agenda ficou vazia nesta segunda-feira devido ao feriado do Dia do Trabalho nos Estados Unidos. Na Europa as movimentações foram bem contidas e a maior alta formada foi no índice Euro Stoxx 50 que subiu 0,30%. Na Ásia/Pacífico os índices chineses caíram, Shanghai se desvalorizou em 1,09% e Hong Kong caiu 1,84%. No Brasil, investidores parecem ter aproveitado para realizar parte dos lucros obtidos ao longo das últimas três semanas, sem motivadores claros, nossa bolsa se encaminha para o fechamento com queda de 0,83%;