Queda no crédito rural exige planejamento antecipado para a próxima safra
Com recuo nas liberações, produtores precisam negociar com antecedência e reforçar o planejamento financeiro
Por: Redação RuralNews
A redução nos desembolsos reflete um cenário de maior cautela por parte das instituições financeiras, o que exige atenção redobrada dos produtores rurais. Com o ritmo mais lento nas contratações, o planejamento financeiro se torna ainda mais essencial.
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Este é o momento em que decisões estratégicas como compra de insumos, contratação de fretes e seguros precisam ser tomadas. Antecipar a busca por recursos pode proporcionar melhores condições de negociação e evitar pressões sobre a produção.
Segundo o Mapa, até abril, os recursos foram direcionados para custeio (R$ 142,7 bilhões), investimento (R$ 52,2 bilhões), comercialização (R$ 35,5 bilhões) e industrialização (R$ 15,9 bilhões). Apesar disso, a retração tem dificultado especialmente o acesso ao crédito por pequenos e médios produtores, que enfrentam mais barreiras na captação de financiamento.
Especialistas apontam que, mesmo com a queda nas liberações, o crédito rural segue como ferramenta crucial para manter a competitividade no campo — desde que seja utilizado de forma estratégica. A antecipação nas decisões financeiras permite maior controle da produção e diferencia os produtores que apenas se mantêm daqueles que conseguem crescer de forma consistente.
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Texto publicado originalmente em Notícias
Este é o momento em que decisões estratégicas como compra de insumos, contratação de fretes e seguros precisam ser tomadas. Antecipar a busca por recursos pode proporcionar melhores condições de negociação e evitar pressões sobre a produção.
Planejamento financeiro e antecipação na busca por crédito são estratégias fundamentais para enfrentar o recuo nas liberações do Plano Safra. Foto: Canva
Segundo o Mapa, até abril, os recursos foram direcionados para custeio (R$ 142,7 bilhões), investimento (R$ 52,2 bilhões), comercialização (R$ 35,5 bilhões) e industrialização (R$ 15,9 bilhões). Apesar disso, a retração tem dificultado especialmente o acesso ao crédito por pequenos e médios produtores, que enfrentam mais barreiras na captação de financiamento.
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