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Exportações de milho reagem e batem novo recorde mensal para o grão

No mercado interno, os preços do milho seguem pressionados – com o avanço da colheita e diante de um mercado externo relativamente acomodado

Exportações de milho reagem e batem novo recorde mensal para o grão

Foto do autor Camilo Motter
06/09/2023 |

Relatório do USDA indica que as condições das lavouras de milho norte-americanas tiveram queda de 3 pontos percentuais na categoria bom/excelente ao longo da última semana, caindo para 53%, ante 56% - ficando pior do que a expectativa de analistas. No mesmo ponto do ano passado o índice era de 54%.

Em relação ao estágio, 67% estão com grãos formados, ante 51% da semana anterior, 61% do ano passado e 65% de média.

As áreas em maturação somam 18%, ante 9% da semana passada, 14% da mesma época de 2022 e 16% de média para o período.

O line-up nos portos brasileiros indica embarques de 10,2MT em setembro – um novo recorde mensal para o milho. Em agosto, 9,3MT deixaram o país, contra 7,4MT de agosto de 2022. Do início da temporada, iniciada em fevereiro, foram despachadas 19,1MT, ante 15,1MT do mesmo intervalo no ano passado.

Internamente, os preços seguem pressionados – com o avanço da colheita e diante de um mercado externo relativamente acomodado. As cotações internacionais, permanecem como balizamento e piso para os preços domésticos. Enquanto isto, os produtores se mantêm atentos, acompanhando a fase final de evolução da safra dos EUA, bem como a evolução da implantação da safra de verão no Brasil e na Argentina.

Nesta quarta-feira, 06/09, as indicações de compra ficam na faixa entre R$ 47,00/49,00 no oeste do estado; em Paranaguá, entre R$ 58,00/62,00 – dependendo de prazos de pagamento e, no interior, também da localização do lote.