Novas soluções de proteção de cultivos foram anunciadas oficialmente por executivos da Bayer no Show Rural Coopavel. A apresentação aconteceu durante um bate-papo com jornalistas especializados no final da tarde desta segunda-feira (09.02.26), em seu múltiplo estande na feira. Entre as novidades, está o “Xtendimax 2”, considerado uma evolução da tecnologia a base de dicamba recomendado para uso na pós emergência das culturas da soja e algodão. A solução compõe o manejo contra de plantas daninhas de folhas largas que afetam as lavouras de soja, como a buva e diversas espécies de caruru, e já estará disponível, segundo a Bayer, para a safra 2026/2027.
Outro herbicida que passa a integrar o portfólio da multinacional é “Convintro® Duo”, que a empresa considera um avanço importante no combate a plantas daninhas trazendo“um ativo inédito no país: o Diflufenicam”, aplicado na pré-emergência das plantas daninhas.
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A Bayer também traz o herbicida pós-emergente “Mateno”, focado na cultura do trigo. O material, segundo a empresa, tem potencial para atuar contra plantas daninhas como buva, aveia preta, cipós-de-veado e picão preto. A multinacional também apresentou, dentre outros, o “Fox Ultra” para compor, com mais eficiência, o manejo de doenças como mancha-alvo e podridão das vagens.
O bate-papo com jornalistas foi liderado por Rodrigo Nuernberg, líder da Unidade de Negócios Centro Sul para Proteção de Cultivos da Bayer Brasil e Celso Batistela, diretor de Experiência do Cliente na Bayer. Como convidado, participou o produtor rural Rodolfo Camargo Filho.
Intacta 5+
A conversa acabou flutuando também sobre a expectativa da empresa com relação à próxima geração de biotecnologia para a soja: o Intacta 5+. De acordo com a empresa, os testes de campo serão iniciados ainda em 2026. A previsão é chegada ao mercado brasileiro entre 2027/2028.
Isso acontecendo, será a primeira tecnologia no Brasil, segundo a empresa, a oferecer tolerância a cinco herbicidas (mesotriona, dicamba, glifosato, glufosinato e 2,4-D) além de proteção contra as principais lagartas que afetam o ciclo da soja (incluindo Rachiplusia nu, Spodoptera eridania e Elasmopalpus lignosellus).
