Manejo de defensivos garante produtividade do milho contra a lagarta-elasmo
Produção estimada em 138,8 milhões de toneladas na safra 2025/26 reforça a importância do controle fitossanitário no campo
Por: Redação RuralNews
Nesse contexto, a manutenção da produtividade depende do controle eficiente de pragas que afetam o desenvolvimento das plantas. Entre elas, a lagarta-elasmo figura como uma das principais ameaças, sobretudo em áreas do Cerrado brasileiro.
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Segundo o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg), a incidência da praga ocorre com maior intensidade em condições ambientais favoráveis. Temperaturas elevadas e períodos de estiagem contribuem para a proliferação do inseto. Além disso, a ausência de chuvas em solos arenosos acelera o avanço da lagarta.
Os danos concentram-se nos primeiros 30 dias após a emergência da lavoura. Nesse período, a lagarta consome o colmo internamente, atinge a gema apical e provoca o sintoma conhecido como coração morto. Em alguns casos, surgem brotações na base da planta, o que reduz o porte do milharal e compromete a colheita.
Para reduzir esses riscos, o manejo de defensivos no milho começa com o tratamento de sementes, que protege o cultivo contra pragas de solo. Além disso, práticas culturais, como a rotação de culturas e o manejo da palhada, ajudam a diminuir a presença de mariposas na área.
O controle também envolve o uso de variedades transgênicas e a aplicação de tecnologias no sulco de plantio. Essas estratégias reforçam a proteção da lavoura desde o início do ciclo produtivo.
O monitoramento constante da área é decisivo, especialmente nos primeiros estágios da cultura. Quando necessário, pulverizações direcionadas ao colo, em horários de temperaturas mais amenas, aumentam a eficiência do controle. Assim, o manejo de defensivos no milho contribui para a estabilidade da produção nacional.
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Texto publicado originalmente em Notícias
Segundo o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg), a incidência da praga ocorre com maior intensidade em condições ambientais favoráveis. Temperaturas elevadas e períodos de estiagem contribuem para a proliferação do inseto. Além disso, a ausência de chuvas em solos arenosos acelera o avanço da lagarta.
O manejo de defensivos no milho é essencial para conter a lagarta-elasmo e preservar a produtividade na safra 2025/26. Foto: Freepik
Os danos concentram-se nos primeiros 30 dias após a emergência da lavoura. Nesse período, a lagarta consome o colmo internamente, atinge a gema apical e provoca o sintoma conhecido como coração morto. Em alguns casos, surgem brotações na base da planta, o que reduz o porte do milharal e compromete a colheita.
Para reduzir esses riscos, o manejo de defensivos no milho começa com o tratamento de sementes, que protege o cultivo contra pragas de solo. Além disso, práticas culturais, como a rotação de culturas e o manejo da palhada, ajudam a diminuir a presença de mariposas na área.
O controle também envolve o uso de variedades transgênicas e a aplicação de tecnologias no sulco de plantio. Essas estratégias reforçam a proteção da lavoura desde o início do ciclo produtivo.
O monitoramento constante da área é decisivo, especialmente nos primeiros estágios da cultura. Quando necessário, pulverizações direcionadas ao colo, em horários de temperaturas mais amenas, aumentam a eficiência do controle. Assim, o manejo de defensivos no milho contribui para a estabilidade da produção nacional.
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