Famato reforça alerta após novo foco de gripe aviária em MT
Caso foi confirmado em aves de subsistência em Acorizal e não afeta a produção comercial
Por: Redação RuralNews
Segundo o órgão estadual, técnicos identificaram o caso após relatos de mortes súbitas em aves de fundo de quintal. Em seguida, exames realizados pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária confirmaram a presença do vírus da Influenza Aviária.
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Esse é o segundo registro da doença no estado desde dezembro de 2025. Assim que o diagnóstico foi confirmado, as autoridades isolaram a propriedade, realizaram o sacrifício sanitário das aves e promoveram a desinfecção do local. Na sequência, a área entrou em período de vazio sanitário.
Além das medidas iniciais, o Indea-MT atua em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) no controle do foco. As equipes mantêm ações de monitoramento em um raio de até 10 quilômetros da propriedade afetada.
Ao mesmo tempo, a vigilância sanitária intensifica as inspeções na região para reduzir qualquer risco de disseminação do vírus. Apesar do alerta, as autoridades reforçam que o foco envolve apenas criações domésticas. Dessa forma, o caso não compromete a produção comercial de aves em Mato Grosso.
Diante do cenário, a Famato orienta os produtores a redobrarem a atenção nas propriedades. Entre os principais sinais clínicos estão mortalidade súbita, inchaço na cabeça, coloração arroxeada da crista, tosse, espirros, falta de coordenação motora e diarreia esverdeada.
Além disso, a entidade recomenda manter galinheiros fechados e com telas bem conservadas. Essa medida reduz o contato entre aves domésticas e aves silvestres ou migratórias, principais vetores naturais da doença.
Por fim, em caso de suspeita ou mortes incomuns, o produtor não deve manusear os animais. A orientação é comunicar imediatamente o escritório do Indea no município.
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Texto publicado originalmente em Notícias
Esse é o segundo registro da doença no estado desde dezembro de 2025. Assim que o diagnóstico foi confirmado, as autoridades isolaram a propriedade, realizaram o sacrifício sanitário das aves e promoveram a desinfecção do local. Na sequência, a área entrou em período de vazio sanitário.
Famato orienta produtores a reforçarem a vigilância sanitária em aves de subsistência. Foto: Indea-MT / Divulgação
Ações de controle e vigilância
Além das medidas iniciais, o Indea-MT atua em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) no controle do foco. As equipes mantêm ações de monitoramento em um raio de até 10 quilômetros da propriedade afetada.
Ao mesmo tempo, a vigilância sanitária intensifica as inspeções na região para reduzir qualquer risco de disseminação do vírus. Apesar do alerta, as autoridades reforçam que o foco envolve apenas criações domésticas. Dessa forma, o caso não compromete a produção comercial de aves em Mato Grosso.
Sinais de alerta nas propriedades
Diante do cenário, a Famato orienta os produtores a redobrarem a atenção nas propriedades. Entre os principais sinais clínicos estão mortalidade súbita, inchaço na cabeça, coloração arroxeada da crista, tosse, espirros, falta de coordenação motora e diarreia esverdeada.
Além disso, a entidade recomenda manter galinheiros fechados e com telas bem conservadas. Essa medida reduz o contato entre aves domésticas e aves silvestres ou migratórias, principais vetores naturais da doença.
Por fim, em caso de suspeita ou mortes incomuns, o produtor não deve manusear os animais. A orientação é comunicar imediatamente o escritório do Indea no município.
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