Soja sobe em Chicago e Brasil avança na colheita
CBOT opera com leves ganhos nesta quinta-feira, enquanto mercado acompanha compras da China, projeções do USDA e ritmo da safra brasileira
Por: Camilo Motter
Na sessão anterior, as primeiras posições fecharam com perdas mínimas, refletindo um cenário de cautela entre os investidores. Há expectativa de que a China volte ao mercado norte-americano e amplie as aquisições, podendo alcançar até 20 milhões de toneladas nesta temporada, conforme sinalizações envolvendo o governo dos EUA.
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Outro ponto de atenção é o Fórum do USDA, realizado nesta quinta e sexta-feira. O mercado projeta aumento de cerca de 4% na área destinada à soja nos Estados Unidos, que pode atingir 34,4 milhões de hectares, ante 32,9 milhões no ciclo anterior.
No Brasil, a entrada da nova safra segue pressionando o mercado internacional. Segundo a Conab, a colheita nacional alcança 24,7% da área, pouco abaixo do registrado no mesmo período do ano passado (25,5%) e da média histórica de 27,1%.
Em Mato Grosso, o IMEA aponta avanço de 51% na colheita, índice em linha com o observado na mesma data de 2025.
As exportações brasileiras também começam a ganhar força neste mês. A ANEC estima que os embarques de fevereiro possam superar 11 milhões de toneladas, acima das 6,42 milhões registradas no mesmo mês do ano passado.
Nos portos, os prêmios de exportação no mercado spot variam entre 10 e 25 centavos de dólar por bushel. Para março, as indicações ficam entre 5 e 20 centavos, e para abril, entre -5 e 10 centavos.
No mercado físico, as indicações de compra no oeste do Paraná giram entre R$ 118,00 e R$ 120,00 por saca. Em Paranaguá, os valores variam de R$ 128,00 a R$ 131,00, dependendo do prazo de pagamento, local e período de embarque.
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Texto publicado originalmente em Boletim de commodities
Outro ponto de atenção é o Fórum do USDA, realizado nesta quinta e sexta-feira. O mercado projeta aumento de cerca de 4% na área destinada à soja nos Estados Unidos, que pode atingir 34,4 milhões de hectares, ante 32,9 milhões no ciclo anterior.
Brasil avança na colheita e exportações ganham ritmo
No Brasil, a entrada da nova safra segue pressionando o mercado internacional. Segundo a Conab, a colheita nacional alcança 24,7% da área, pouco abaixo do registrado no mesmo período do ano passado (25,5%) e da média histórica de 27,1%.
Em Mato Grosso, o IMEA aponta avanço de 51% na colheita, índice em linha com o observado na mesma data de 2025.
As exportações brasileiras também começam a ganhar força neste mês. A ANEC estima que os embarques de fevereiro possam superar 11 milhões de toneladas, acima das 6,42 milhões registradas no mesmo mês do ano passado.
Nos portos, os prêmios de exportação no mercado spot variam entre 10 e 25 centavos de dólar por bushel. Para março, as indicações ficam entre 5 e 20 centavos, e para abril, entre -5 e 10 centavos.
No mercado físico, as indicações de compra no oeste do Paraná giram entre R$ 118,00 e R$ 120,00 por saca. Em Paranaguá, os valores variam de R$ 128,00 a R$ 131,00, dependendo do prazo de pagamento, local e período de embarque.
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Texto publicado originalmente em Boletim de commodities
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