Preços de hortaliças registram queda em setembro
Hortaliças registram queda de preços em setembro, com destaque para alface, batata, cebola, cenoura e tomate
Por: Redação RuralNews
No caso da cebola, os valores seguem em trajetória descendente desde junho. Em setembro, a média ponderada apresentou retração de 14,8% em todas as Ceasas analisadas. Já a batata registrou a quarta queda consecutiva, com recuo de 10,4% em relação a agosto.
VEJA TAMBÉM:
O tomate teve comportamento desigual: em Vitória, a cotação caiu 37,88%, enquanto em Goiânia subiu 46,91%. Apesar de uma pequena redução de oferta (3,6%), os preços médios ponderados caíram 5,76%. Por sua vez, a cenoura caiu 4,71% na média ponderada, influenciada pela menor produção em Minas Gerais, principal estado produtor.
Entre as frutas, a melancia seguiu a tendência das hortaliças, com queda de 10,29%, mesmo diante da maior demanda causada pelas altas temperaturas. Em contrapartida, banana, laranja, maçã e mamão tiveram alta nos preços. A maçã subiu 1,38%, impulsionada pelo aumento da procura. A banana teve alta média de 6,56%, enquanto a laranja subiu 7,9% em função da maior demanda que compensou o aumento da oferta. O mamão apresentou elevação de 12,72% na média ponderada, apesar de variações ao longo do mês.
Além disso, as exportações de hortaliças se mantiveram fortes. De janeiro a setembro, o volume enviado ao exterior somou 853,2 mil toneladas, 28% acima do mesmo período de 2024, e o faturamento chegou a US$ 994,42 milhões, 15% maior. Apesar das tarifas dos EUA sobre alguns produtos brasileiros, as vendas se mantiveram resilientes, especialmente em mercados como manga e uva.
O Boletim Prohort também destacou o tratamento e gerenciamento de resíduos sólidos nas Ceasas, apoiando práticas de agricultura regenerativa, sustentabilidade ambiental e segurança alimentar.
Os dados foram levantados nas Centrais de Abastecimento de São Paulo e Campinas (SP), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), Vitória (ES), Curitiba (PR), São José (SC), Goiânia (GO), Recife (PE), Fortaleza (CE) e Rio Branco (AC). O 10º Boletim Hortigranjeiro 2025 está disponível no portal da Conab.
TAGS:
Texto publicado originalmente em Notícias
Tomate e cenoura apresentam comportamento misto
Queda nos preços de hortaliças impacta produtores e mercados atacadistas em todo o país. Foto: Canva
O tomate teve comportamento desigual: em Vitória, a cotação caiu 37,88%, enquanto em Goiânia subiu 46,91%. Apesar de uma pequena redução de oferta (3,6%), os preços médios ponderados caíram 5,76%. Por sua vez, a cenoura caiu 4,71% na média ponderada, influenciada pela menor produção em Minas Gerais, principal estado produtor.
Entre as frutas, a melancia seguiu a tendência das hortaliças, com queda de 10,29%, mesmo diante da maior demanda causada pelas altas temperaturas. Em contrapartida, banana, laranja, maçã e mamão tiveram alta nos preços. A maçã subiu 1,38%, impulsionada pelo aumento da procura. A banana teve alta média de 6,56%, enquanto a laranja subiu 7,9% em função da maior demanda que compensou o aumento da oferta. O mamão apresentou elevação de 12,72% na média ponderada, apesar de variações ao longo do mês.
Além disso, as exportações de hortaliças se mantiveram fortes. De janeiro a setembro, o volume enviado ao exterior somou 853,2 mil toneladas, 28% acima do mesmo período de 2024, e o faturamento chegou a US$ 994,42 milhões, 15% maior. Apesar das tarifas dos EUA sobre alguns produtos brasileiros, as vendas se mantiveram resilientes, especialmente em mercados como manga e uva.
O Boletim Prohort também destacou o tratamento e gerenciamento de resíduos sólidos nas Ceasas, apoiando práticas de agricultura regenerativa, sustentabilidade ambiental e segurança alimentar.
Os dados foram levantados nas Centrais de Abastecimento de São Paulo e Campinas (SP), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), Vitória (ES), Curitiba (PR), São José (SC), Goiânia (GO), Recife (PE), Fortaleza (CE) e Rio Branco (AC). O 10º Boletim Hortigranjeiro 2025 está disponível no portal da Conab.
TAGS:
Hortaliças - Cebola - Batata
- Banana
- Mercados - Conab - Companhia Nacional de Abastecimento
Texto publicado originalmente em Notícias
Leia também: