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Brasil amplia exportações para Malásia e Coreia do Sul

Novas exportações brasileiras de DDG, amêndoas de macaúba e noz-pecã fortalecem presença do país no mercado asiático

Brasil amplia exportações para Malásia e Coreia do Sul

Novas autorizações de exportação fortalecem agronegócio brasileiro na Ásia. Foto: Ministério da Agricultura e Pecuária / Divulgação

Foto do autor Redação RuralNews
18/11/2025 |

O governo brasileiro concluiu negociações fitossanitárias com a Malásia e a Coreia do Sul, abrindo mercados para produtos estratégicos do agronegócio nacional. Na Malásia, as autoridades permitiram a exportação de DDG (grãos secos de destilaria), coproduto da produção de etanol a partir de milho e outros grãos. Esse insumo, rico em proteína, energia e fósforo, é utilizado na alimentação de bovinos, suínos e aves. O país asiático, com mais de 35 milhões de habitantes, importou US$ 1,2 bilhão em produtos agropecuários brasileiros no último ano.

Além disso, a nova autorização se soma às recentes liberações para exportação de pescados, maçãs, melões, ovo em pó e gergelim. Dessa forma, o Brasil amplia a diversidade de produtos disponíveis no mercado malaio, reforçando sua presença no setor de alimentos processados e serviços de alimentação.

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Na Coreia do Sul, o país asiático passou a aceitar amêndoas de macaúba e noz-pecã do Brasil. A macaúba, palmeira nativa, fornece amêndoas e polpa para produção de óleo alimentar, cosmético e energético. Já a noz-pecã representa cerca de 3% a 4% do mercado mundial de nozes, e o Brasil é o quarto maior produtor, atrás apenas dos Estados Unidos, México e África do Sul.

Em 2024, a Coreia do Sul importou mais de US$ 2,8 bilhões em produtos do agronegócio brasileiro, incluindo grãos, carnes e oleaginosas. Portanto, a abertura para amêndoas de macaúba e noz-pecã, juntamente com outras recentes autorizações como gergelim e couro bovino, fortalece a parceria bilateral e amplia a presença de produtos de maior valor agregado no país.

Assim, o Brasil diversifica destinos e produtos, desde insumos para ração animal até frutos da bioeconomia, consolidando-se como fornecedor confiável e criando novas oportunidades para produtores, cooperativas e agroindústrias em diferentes regiões do país.









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