Milho registra leves ganhos em Chicago, enquanto mercado busca reação
Futuros operam próximos da estabilidade, com atenção ao câmbio, ao avanço do plantio da safrinha e ao ritmo da colheita no Brasil
Por: Redação RuralNews
No mercado brasileiro, os preços também apresentam leve valorização. Na B3, o contrato março é negociado ao redor de R$ 69,50. Já o vencimento maio gira em torno de R$ 69,60, ambos acima do fechamento anterior.
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Enquanto isso, o mercado internacional tenta se recuperar das perdas recentes. Esse movimento ocorre em sintonia com a alta do petróleo, do ouro e de outros metais, que reagiram após fortes quedas na sessão passada.
Além disso, o câmbio influencia as negociações. O dólar opera em queda, próximo de R$ 5,24, depois de ter fechado a sessão anterior em R$ 5,257. De acordo com a Granoeste Corretora, esse movimento limita avanços mais intensos nos preços internos.
No Brasil, o plantio do milho safrinha avança de forma consistente. Segundo a Conab, os trabalhos já atingem 12% da área estimada. O índice supera os 5,9% da semana anterior e os 5,3% registrados no mesmo período do ano passado. No entanto, ainda fica abaixo da média histórica, de 14%.
Ao mesmo tempo, a colheita do milho da safra de verão segue em ritmo gradual. Dados da Conab mostram que 8,6% da produção já foi colhida. O número supera o da semana anterior, de 7,4%. Ainda assim, permanece abaixo dos 10,5% da temporada passada e da média histórica, de 12,3%.
No Mato Grosso, levantamento do IMEA mantém a estimativa da safrinha em 51,7 milhões de toneladas. O volume representa queda de quase 7% em relação à safra anterior. Mesmo com aumento de área de 1,8%, para 7,4 milhões de hectares, as projeções iniciais indicam produção menor. As preocupações climáticas explicam esse cenário.
Por fim, o mercado físico segue com poucas indicações de compra. No oeste do Paraná, os preços variam entre R$ 60,00 e R$ 62,00 por saca. Já em Paranaguá, para a safrinha, os valores giram em torno de R$ 65,00. As condições dependem do prazo de pagamento, da localização do lote e do período de entrega, conforme análise da Granoeste.
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Texto publicado originalmente em Boletim de commodities
Enquanto isso, o mercado internacional tenta se recuperar das perdas recentes. Esse movimento ocorre em sintonia com a alta do petróleo, do ouro e de outros metais, que reagiram após fortes quedas na sessão passada.
Além disso, o câmbio influencia as negociações. O dólar opera em queda, próximo de R$ 5,24, depois de ter fechado a sessão anterior em R$ 5,257. De acordo com a Granoeste Corretora, esse movimento limita avanços mais intensos nos preços internos.
Cenário do milho no Brasil
No Brasil, o plantio do milho safrinha avança de forma consistente. Segundo a Conab, os trabalhos já atingem 12% da área estimada. O índice supera os 5,9% da semana anterior e os 5,3% registrados no mesmo período do ano passado. No entanto, ainda fica abaixo da média histórica, de 14%.
Ao mesmo tempo, a colheita do milho da safra de verão segue em ritmo gradual. Dados da Conab mostram que 8,6% da produção já foi colhida. O número supera o da semana anterior, de 7,4%. Ainda assim, permanece abaixo dos 10,5% da temporada passada e da média histórica, de 12,3%.
No Mato Grosso, levantamento do IMEA mantém a estimativa da safrinha em 51,7 milhões de toneladas. O volume representa queda de quase 7% em relação à safra anterior. Mesmo com aumento de área de 1,8%, para 7,4 milhões de hectares, as projeções iniciais indicam produção menor. As preocupações climáticas explicam esse cenário.
Por fim, o mercado físico segue com poucas indicações de compra. No oeste do Paraná, os preços variam entre R$ 60,00 e R$ 62,00 por saca. Já em Paranaguá, para a safrinha, os valores giram em torno de R$ 65,00. As condições dependem do prazo de pagamento, da localização do lote e do período de entrega, conforme análise da Granoeste.
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Texto publicado originalmente em Boletim de commodities
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