Teve início nesta terça-feira (4), no Distrito Anhembi, na capital paulista, a edição de 2026 do Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS), o mais importante fórum do setor de avicultura, suinocultura e ovos do Brasil. Organizado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o evento estende-se por três dias e reúne produtores, executivos, pesquisadores e comitês internacionais em busca de novos acordos comerciais e atualização tecnológica.
A solenidade oficial de abertura reuniu as principais lideranças políticas e institucionais ligadas ao agronegócio nacional. Confirmaram presença e integraram a mesa de honra o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro; o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas; o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello; o governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel; a senadora Tereza Cristina; e o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Pedro Lupion. A palestra magna do primeiro dia foi ministrada pelo cientista político e professor do Insper, Fernando Schuler, com reflexões sobre o cenário institucional do País.
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Estrutura recorde e novos mercados globais
Para atender à demanda crescente da agroindústria de carnes, o SIAVS 2026 expandiu sua feira de negócios para 45 mil metros quadrados de área de exposição — um salto de 65% na comparação com o evento passado. A organização projeta a circulação de mais de 31 mil visitantes ao longo do cronograma de atividades.
A grade do congresso abrange temas prioritários como o fortalecimento da biosseguridade nas granjas, a aplicação de inteligência artificial no manejo da pecuária intensiva, transição energética e estratégias de imagem para a abertura de novos mercados internacionais.
O presidente da ABPA, Ricardo Santin, enfatiza que o fórum é o divisor de águas do calendário produtivo nacional. "O SIAVS é o momento em que o setor se reúne para discutir as decisões que definirão seu futuro. Em um cenário global de rápidas transformações, o Brasil tem a oportunidade de reafirmar sua liderança na produção de proteína animal por meio da inovação, da sustentabilidade e da capacidade de dialogar com os principais mercados do mundo”, conclui a liderança.
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