Frete rodoviário afeta transporte de algodão e custos
Fiscalização eletrônica do frete rodoviário aumenta custos do algodão e alimentos, e setor solicita revisão da tabela de piso mínimo
Por: Redação RuralNews
A fiscalização obriga que o algodão seja transportado em diferentes lotes, o que aumenta custos e etapas de logística e consequentemente, a qualidade da fibra pode ser afetada.
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Além disso, a tabela atual favorece fretes de curta e média distância, elevando o preço final do produto. Portanto, o setor alerta para impactos significativos nos custos e na competitividade do algodão no mercado interno e externo.
Abrapa, Ampa e outras 52 entidades enviaram ofício à Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). No documento, pedem revisão da metodologia da tabela e apoio para abrir diálogo técnico com os ministérios da Agricultura, dos Transportes, da Fazenda e com a Casa Civil.
Uma reunião para discutir o assunto ocorrerá em 6 de novembro, às 10h, no Instituto Pensar Agro (IPA).
A tabela de piso mínimo surgiu em 2018, durante a greve dos caminhoneiros, e enfrenta questionamentos legais. Várias ADIs tramitam no STF sem decisão final.
Para Luiz Antônio Pagot, economista da Ampa, a lei não considera a diversidade de veículos nem os diferentes tipos de carga. Com isso, o sistema eletrônico pode gerar multas indevidas. Portanto, as contestações têm base prática e exigem atenção do setor.
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Texto publicado originalmente em Notícias
Além disso, a tabela atual favorece fretes de curta e média distância, elevando o preço final do produto. Portanto, o setor alerta para impactos significativos nos custos e na competitividade do algodão no mercado interno e externo.
Mudança afeta transporte de algodão e alimentos e gera impactos nos custos logísticos. Foto: Abrapa / Divulgação
Abrapa, Ampa e outras 52 entidades enviaram ofício à Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). No documento, pedem revisão da metodologia da tabela e apoio para abrir diálogo técnico com os ministérios da Agricultura, dos Transportes, da Fazenda e com a Casa Civil.
Uma reunião para discutir o assunto ocorrerá em 6 de novembro, às 10h, no Instituto Pensar Agro (IPA).
A tabela de piso mínimo surgiu em 2018, durante a greve dos caminhoneiros, e enfrenta questionamentos legais. Várias ADIs tramitam no STF sem decisão final.
Para Luiz Antônio Pagot, economista da Ampa, a lei não considera a diversidade de veículos nem os diferentes tipos de carga. Com isso, o sistema eletrônico pode gerar multas indevidas. Portanto, as contestações têm base prática e exigem atenção do setor.
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