Chuvas irregulares impactam ritmo da semeadura dos cultivos de verão
Chuvas irregulares afetam a semeadura dos cultivos de verão em várias regiões do país, com impacto maior na região central
Por: Redação RuralNews
No Centro-Oeste, os maiores volumes ocorreram em Mato Grosso e no sudoeste de Mato Grosso do Sul. Por outro lado, outras áreas tiveram precipitação menor, ainda sem estabilização do período chuvoso.
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A média diária do armazenamento hídrico no solo no último decêndio mostrou recuperação da umidade em algumas regiões, favorecendo o início da semeadura e o desenvolvimento da soja. No entanto, restrições hídricas permanecem, principalmente no norte de Mato Grosso do Sul e em Goiás.
No Sudeste, as chuvas ocorreram com intensidade apenas no segundo decêndio. Entretanto, ainda se mostraram irregulares e mal distribuídas.
No Nordeste, predominou pouca ou nenhuma precipitação. No Matopiba os volumes foram insuficientes para recuperar a umidade do solo e acelerar a semeadura da primeira safra sem irrigação.
Por outro lado, o centro-leste do Maranhão e parte do Sealba registraram maiores volumes, mas sem impactar a colheita do milho 3ª safra.
No Norte, chuvas irregulares atingiram Rondônia, sudeste do Pará e região ocidental do Tocantins. Entretanto, no Amazonas e no oeste do Pará, o aumento da umidade favoreceu a semeadura da soja no sudoeste e melhorou as condições do solo no noroeste.
Na região Sul, ocorreram chuvas intensas, intercaladas por períodos de tempo estável. Assim, os maiores volumes se concentraram no noroeste do Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e Paraná, mantendo a umidade do solo. Isso beneficiou os cultivos de inverno e acelerou a semeadura dos cultivos de verão.
Além disso, o tempo estável, principalmente no último decêndio, favoreceu o desenvolvimento e a colheita dos cultivos de inverno, enquanto também permitiu o avanço da semeadura da nova safra de verão.
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Texto publicado originalmente em Notícias
A média diária do armazenamento hídrico no solo no último decêndio mostrou recuperação da umidade em algumas regiões, favorecendo o início da semeadura e o desenvolvimento da soja. No entanto, restrições hídricas permanecem, principalmente no norte de Mato Grosso do Sul e em Goiás.
Produtor rural acompanha semeadura de soja em área afetada por chuvas irregulares. Foto: Canva
Situação em outras regiões
No Sudeste, as chuvas ocorreram com intensidade apenas no segundo decêndio. Entretanto, ainda se mostraram irregulares e mal distribuídas.
No Nordeste, predominou pouca ou nenhuma precipitação. No Matopiba os volumes foram insuficientes para recuperar a umidade do solo e acelerar a semeadura da primeira safra sem irrigação.
Por outro lado, o centro-leste do Maranhão e parte do Sealba registraram maiores volumes, mas sem impactar a colheita do milho 3ª safra.
No Norte, chuvas irregulares atingiram Rondônia, sudeste do Pará e região ocidental do Tocantins. Entretanto, no Amazonas e no oeste do Pará, o aumento da umidade favoreceu a semeadura da soja no sudoeste e melhorou as condições do solo no noroeste.
Chuvas no Sul beneficiam cultivos
Na região Sul, ocorreram chuvas intensas, intercaladas por períodos de tempo estável. Assim, os maiores volumes se concentraram no noroeste do Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e Paraná, mantendo a umidade do solo. Isso beneficiou os cultivos de inverno e acelerou a semeadura dos cultivos de verão.
Além disso, o tempo estável, principalmente no último decêndio, favoreceu o desenvolvimento e a colheita dos cultivos de inverno, enquanto também permitiu o avanço da semeadura da nova safra de verão.
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- Conab
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