Brasil segue com forte abate de vacas
O volume de vacas para abate é intenso em todo o Brasil o que garante as escalas acima de 10 ou 11 dias
Por: Fabiano Reis
O fato é que a percepção de maior abate de vacas não é uma sensação. Trata-se de uma realidade que será confirmado pelos dados oficiais em breve. Entretanto, são estes abates que têm mantido as escalas de trabalho das indústrias frigoríficas confortáveis no Brasil.
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Para se entender melhor, o volume de vacas para abate é intenso em todo o Brasil o que garante as escalas acima de 10 ou 11 dias. Um dos motivos para o fator, além do descarte natural e sazonal de fêmeas, passa pelo preço, ainda insatisfatório dos bezerros. O cenário proporciona um interesse maior do pecuarista em enviar vacas para o gancho. Há também na operação a identificação do número menor de bois para abate nas praças produtoras.
A configuração descrito justifica os recuos, agora perceptíveis em todas as praças produtoras, nos preços praticados para o gado pronto (boi, vaca e novilha). Mesmo com uma boa resistência dos pecuaristas brasileiros, fundamentados em um bom volume de pastagens, a escala longa e a disponibilidade de animais para abate mantém a tendência de baixa.
Conversando com alguns amigos e amigas, que atuam com consultoria de mercado, confirmei uma tendência, cada vez mais clara, de uma pressão maior sobre os preços do gado pronto entre março e abril. Portanto, fator de atenção para o pecuarista brasileiro.
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Texto publicado originalmente em Notícias
Para se entender melhor, o volume de vacas para abate é intenso em todo o Brasil o que garante as escalas acima de 10 ou 11 dias. Um dos motivos para o fator, além do descarte natural e sazonal de fêmeas, passa pelo preço, ainda insatisfatório dos bezerros. O cenário proporciona um interesse maior do pecuarista em enviar vacas para o gancho. Há também na operação a identificação do número menor de bois para abate nas praças produtoras.
Estes abates têm mantido as escalas de trabalho das indústrias frigoríficas confortáveis no Brasil
A configuração descrito justifica os recuos, agora perceptíveis em todas as praças produtoras, nos preços praticados para o gado pronto (boi, vaca e novilha). Mesmo com uma boa resistência dos pecuaristas brasileiros, fundamentados em um bom volume de pastagens, a escala longa e a disponibilidade de animais para abate mantém a tendência de baixa.
Conversando com alguns amigos e amigas, que atuam com consultoria de mercado, confirmei uma tendência, cada vez mais clara, de uma pressão maior sobre os preços do gado pronto entre março e abril. Portanto, fator de atenção para o pecuarista brasileiro.
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