Paraná concentra quase 40% das sementes de feijão produzidas no Brasil
Estado lidera produção nacional e amplia protagonismo no melhoramento genético da cultura
Por: Redação RuralNews
Ao longo do ano, o Paraná colheu quase 865 mil toneladas de feijão nas duas safras. Desse total, 338 mil toneladas vieram da primeira safra e 526,6 mil toneladas da segunda.
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Esse desempenho resulta de condições climáticas favoráveis, estrutura agrícola consolidada e uso intensivo de tecnologia. Assim, o estado alcança maior produtividade, com mais quilos colhidos por hectare.
Para a Secretaria estadual da Agricultura, os números refletem um modelo produtivo consolidado. O foco em pesquisa, gestão eficiente e inovação garante maior eficiência e renda ao produtor rural.
Além disso, o avanço tecnológico fortalece toda a cadeia do feijão. O resultado aparece tanto no volume produzido quanto na qualidade do grão entregue ao mercado.
O protagonismo do estado também se destaca no desenvolvimento de cultivares. Dados do Sigef/Mapa mostram que, nas safras 2024/25 e 2025/25, o Brasil implantou 32,1 mil hectares de campos de produção de sementes de feijão.
Desse total, as cultivares de feijão do Paraná responderam por 38,8% da área. O levantamento inclui os grupos comerciais carioca e preto, os mais consumidos no país.
Dessa forma, o estado amplia sua influência não apenas na produção de grãos, mas também na base genética da cultura.
O Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) ocupa posição central nesse processo. Atualmente, o Instituto mantém nove cultivares de feijão em multiplicação por parceiros produtores de sementes.
De acordo com o Sigef/Mapa, o IDR-Paraná lidera a produção nacional de sementes do grupo comercial preto. A instituição responde por 71,2% da área multiplicada no Brasil.
Esse desempenho reforça o papel do Paraná como referência nacional em pesquisa aplicada ao feijão.
Entre as cultivares, a IPR Urutau lidera a multiplicação nacional. A variedade alcançou 9.844 hectares de produção de sementes em todo o país.
Considerando todos os grupos comerciais, a IPR Urutau foi a cultivar de feijão mais multiplicada na última safra. No grupo preto, ela respondeu por 68,7% das multiplicações.
Com isso, o desempenho confirma a eficiência do programa de melhoramento genético conduzido no Paraná.
O programa de melhoramento do IDR-Paraná já desenvolveu 42 cultivares de feijão, adotadas por produtores em diversas regiões do Brasil. O trabalho amplia a variabilidade genética e reduz a vulnerabilidade da cultura.
Além disso, o uso de cultivares melhoradas reduz custos de produção e agrega valor ao produto. A estratégia fortalece a renda do agricultor e estimula a permanência no campo.
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Texto publicado originalmente em Destaques
Esse desempenho resulta de condições climáticas favoráveis, estrutura agrícola consolidada e uso intensivo de tecnologia. Assim, o estado alcança maior produtividade, com mais quilos colhidos por hectare.
Cultivares desenvolvidas no PR ganham espaço na produção de sementes de feijão e reforçam o protagonismo do estado. Foto: IDR-Paraná / Divulgação
Modelo produtivo sustenta ganhos no campo
Para a Secretaria estadual da Agricultura, os números refletem um modelo produtivo consolidado. O foco em pesquisa, gestão eficiente e inovação garante maior eficiência e renda ao produtor rural.
Além disso, o avanço tecnológico fortalece toda a cadeia do feijão. O resultado aparece tanto no volume produzido quanto na qualidade do grão entregue ao mercado.
Cultivares do Paraná ganham espaço nas sementes
O protagonismo do estado também se destaca no desenvolvimento de cultivares. Dados do Sigef/Mapa mostram que, nas safras 2024/25 e 2025/25, o Brasil implantou 32,1 mil hectares de campos de produção de sementes de feijão.
Desse total, as cultivares de feijão do Paraná responderam por 38,8% da área. O levantamento inclui os grupos comerciais carioca e preto, os mais consumidos no país.
Dessa forma, o estado amplia sua influência não apenas na produção de grãos, mas também na base genética da cultura.
IDR-Paraná lidera melhoramento genético
O Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) ocupa posição central nesse processo. Atualmente, o Instituto mantém nove cultivares de feijão em multiplicação por parceiros produtores de sementes.
De acordo com o Sigef/Mapa, o IDR-Paraná lidera a produção nacional de sementes do grupo comercial preto. A instituição responde por 71,2% da área multiplicada no Brasil.
Esse desempenho reforça o papel do Paraná como referência nacional em pesquisa aplicada ao feijão.
Cultivar IPR Urutau se destaca no País
Entre as cultivares, a IPR Urutau lidera a multiplicação nacional. A variedade alcançou 9.844 hectares de produção de sementes em todo o país.
Considerando todos os grupos comerciais, a IPR Urutau foi a cultivar de feijão mais multiplicada na última safra. No grupo preto, ela respondeu por 68,7% das multiplicações.
Com isso, o desempenho confirma a eficiência do programa de melhoramento genético conduzido no Paraná.
Pesquisa amplia sustentabilidade e renda
O programa de melhoramento do IDR-Paraná já desenvolveu 42 cultivares de feijão, adotadas por produtores em diversas regiões do Brasil. O trabalho amplia a variabilidade genética e reduz a vulnerabilidade da cultura.
Além disso, o uso de cultivares melhoradas reduz custos de produção e agrega valor ao produto. A estratégia fortalece a renda do agricultor e estimula a permanência no campo.
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Paraná - Sementes de feijão - Brasil
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Texto publicado originalmente em Destaques
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