O poder de compra do suinocultor paulista frente aos principais insumos da atividade, como milho e farelo de soja, tem crescido de forma consistente neste mês. Segundo levantamento do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), já são sete semanas consecutivas de avanço.
Esse cenário é resultado da combinação entre a desvalorização dos insumos e a valorização do suíno vivo. Os preços do milho e do farelo de soja recuaram, ao mesmo tempo em que o suíno vivo apresentou alta, impulsionada pelo aumento da demanda, comum nas primeiras semanas do mês.
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De acordo com os pesquisadores do Cepea, as temperaturas mais amenas típicas desta época do ano, aliadas às festividades sazonais, contribuíram para intensificar a procura pela proteína suína. Ao mesmo tempo, a oferta interna segue mais enxuta, o que ajuda a sustentar os preços do animal.
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