Sensores e sistemas de visão com tecnologia avançada estão revolucionando as linhas de produção de carne ao identificar falhas com velocidade e precisão incomparáveis à capacidade humana.
Desde rótulos ausentes ou com impressão defeituosa, passando por parafusos mal encaixados, até impurezas em produtos alimentícios, essas tecnologias garantem um controle de qualidade rigoroso.
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A incorporação de recursos tecnológicos como automação, deep learning, Internet das Coisas e inteligência artificial está transformando a inspeção de produção dos alimentos, reduzindo falhas a zero. Câmeras equipadas com essas tecnologias permitem identificar defeitos que seriam impossíveis de detectar por monitoramento humano.
Mesmo em situações menos graves, que não oferecem riscos à integridade do consumidor, a inspeção automatizada com câmeras evita desperdícios de lotes que, de outra forma, seriam inviáveis para comercialização. Essa tem sido uma prática nas grandes empresas do segmento alimentício e de proteína animal do Brasil, colocando o País no ranking dos que mais investem em recursos tecnológicos para garantir a sanidade e qualidade dos alimentos que chegam à mesa do consumidor.
Nos outros segmentos, essa tecnologia também avança gradualmente. Imagine um cinto de segurança com um parafuso mal encaixado, um cosmético com um rótulo distorcido, ou até mesmo uma impureza ou um caco de vidro em uma bebida engarrafada. Erros aparentemente pequenos, como rótulos desconfigurados ou ausentes em algumas unidades de um lote, podem resultar em grandes prejuízos financeiros e, mais gravemente, afetar a reputação da marca.
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