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Milho tem leve alta em Chicago, mas mercado interno segue pressionado com avanço da safrinha

Cotações do milho sobem levemente nos EUA com expectativas de acordos comerciais e relatório do USDA

Milho tem leve alta em Chicago, mas mercado interno segue pressionado com avanço da safrinha

Avanço da safrinha pressiona preços no Brasil, mesmo com leve recuperação em Chicago. Foto: Canva

Foto do autor Redação RuralNews
08/05/2025 |

Os contratos futuros do milho negociados na Bolsa de Chicago registram ganhos modestos na manhã desta quinta-feira, com a posição julho cotada a US$ 4,51. No pregão anterior, os preços encerraram o dia com perdas de 6 pontos, pressionados por fatores externos.

Segundo a Granoeste Corretora, a expectativa de anúncios de novos acordos comerciais por parte dos Estados Unidos com grandes economias globais tem influenciado positivamente a formação dos preços no mercado internacional.

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Na B3, os contratos futuros também registram leve recuo: a posição maio é negociada a R$ 73,90, frente ao fechamento anterior de R$ 74,46. Já o contrato para julho recua de R$ 65,00 para R$ 64,90.

O mercado global se prepara para a divulgação do relatório mensal de oferta e demanda do USDA, previsto para os próximos dias. O documento trará as primeiras projeções da temporada 2025/26 e deve apresentar uma estimativa recorde para a próxima safra de milho nos Estados Unidos: 401,0 milhões de toneladas (MT), superando, pela primeira vez, a marca de 400MT. Na safra anterior, a produção foi de 377,6MT. Os estoques finais projetados são de 51,9MT, ante 37,2MT do ciclo 2024/25. O plantio da nova safra americana já está próximo da metade.

No mercado interno, os preços continuam pressionados pela boa evolução da safrinha. Com o avanço das lavouras, muitas consultorias revisaram para cima as estimativas de colheita, que agora ultrapassam a marca de 100MT. Com a proximidade da colheita, os valores recuaram em relação aos picos observados entre março e abril.

No oeste do Paraná, as indicações de compra para lotes prontos variam entre R$ 68,00 e R$ 70,00, dependendo da localização e das condições de pagamento.

Câmbio: no momento, o dólar opera em queda, cotado a R$ 5,70, frente ao fechamento anterior de R$ 5,744.








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