Milho opera em leve baixa na CBOT e continua sentindo pressão da melhora do clima nos EUA
Os contratos negociados com milho na Bolsa de Chicago operam em leve queda neste momento, manhã de segunda-feira, a U$ 4,83/setembro
Os contratos negociados com milho na Bolsa de Chicago operam em leve queda neste momento, manhã de segunda-feira, a U$ 4,83/setembro. Na sexta-feira, as posições próximas fecharam com ganhos de 3 cents. Na BMF, setembro opera em R$ 54,55 (-0,6%) e novembro, em R$ 58,40 (-0,6%).
Na CBOT, a posição setembro encerrou a semana anterior com perdas de mais de 7%, diante da melhora do cenário climático para os EUA. Este panorama continua afetando os preços, uma vez que as lavouras estão justamente na fase reprodutiva e, portanto, no período essencial para determinação da produtividade. O conflito no Leste Europeu segue preocupante; as cotações do trigo estão em alta, ajudando na formação do preço do milho.
Nos portos brasileiros, o Line-up indica embarques na ordem de 9,4MT de milho em agosto. No acumulado da temporada, iniciada em fevereiro, até o final de agosto, deve fechar com embarques de 20,8MT.
De acordo com o IMEA, a colheita de milho safrinha no MT ultrapassou 96%, em dados coletados até a última sexta-feira, ante 99,7% de mesmo ponto ano passado e 91,6% da semana anterior.
Internamente, com o avanço da colheita, cresce o volume de ofertas. Os preços seguem pressionados, embora, tudo indica, o pior já tenha ficado para trás. As cotações internacionais, servem como balizamento e piso para os preços domésticos. Os produtores seguem atentos, acompanhando a evolução da safra dos EUA, bem como o desenrolar do conflito no Leste Europeu.
Indicações de compra na faixa entre R$ 50,00/52,00 no oeste do estado; em Paranaguá, entre R$ 59,00/62,00 – dependendo de prazos de pagamento e, no interior, também da localização do lote.