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Milho apresenta recuo na Bolsa de Chicago

É a sexta sessão consecutiva com perdas que, somadas, chegam a uma queda de mais de 20 pontos

Milho apresenta recuo na Bolsa de Chicago

Segundo a Conab, a colheita de milho safrinha, em nível de Brasil, chega a 3,7%, contra 1,1% da semana anterior e 0,7% de período equivalente em 2023

Foto do autor Camilo Motter
04/06/2024 |

Os contratos negociados com milho em Chicago chegam ao intervalo desta manhã de terça-feira com queda de 1 cent, a U$ 4,42/julho. É a sexta sessão consecutiva com perdas que, somadas, chegam a uma queda de mais de 20 pontos, ou 5%. Na BMF, a posição julho trabalha em R$ 57,05 (-0,6%) e setembro R$ 60,20 (-0,5%).

O plantio da safra de milho nos EUA chega a 91%, ante 83% da semana passada, 95% do mesmo ponto do ano passado e 89% de média para o período. Em emergência se encontram 74% das plantas, contra 58% da semana anterior, 81% de 2023 e 73% de média. O levantamento é do USDA.

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Em relação à qualidade, 75% das lavouras se encontram em boas/excelentes condições; 21%, regulares e 4% ruins/péssimas. Na mesma semana do ano passado, os índices eram, respectivamente, 64%, 30% e 6%.

Segundo a Conab, a colheita de milho safrinha, em nível de Brasil, chega a 3,7%, contra 1,1% da semana anterior e 0,7% de período equivalente em 2023. Em novo levantamento, o IMEA está elevando a produtividade do milho safrinha do Mato Grosso para 110 scs/ha, aumento de 1,7% sobre as estimativas de maio. Isto se deve ao bom rendimento das primeiras colheitas.

Apesar da área ser 7,3% menor que o ano passado, a produtividade está boa até o momento, mas, é claro, ainda podem haver problemas até a finalização da colheita, sobretudo com a possibilidade de ocorrência de doenças e clima adverso. A produção no estado é projetada em 45,8MT, queda de 12,7% no comparativo com a colheita recorde do ano passado.

Indicações de compra no oeste do Paraná na faixa entre R$ 56/58 – dependendo de prazo de pagamento e localização do lote. Nos portos, para a safrinha, as indicações giram na faixa de R$ 59/60 por saca.

O câmbio operava em alta na manhã desta terça, cotado em R$ 5,26. Segunda, fechou em R$ 5,236.








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