Os contratos de milho, negociados em Chicago (EUA), têm ligeira queda, a U$ 4,38/março, na manhã de terça-feira (30), mantendo uma tendência de perdas, que influência preços em todo o mercado.. Ontem, o grão fechou entre 4 e 6 pontos negativos nos principais vencimentos. Na BMF, a posição março opera em R$ 64,05 (-0,05%) e maio, em R$ 64,10 (-0,1%).
Segundo a agência Reuters, na última sexta-feira (26), a China incluiu a Argentina na lista de fornecedores de trigo, abrindo um grande potencial no mercado asiático. O país é um expressivo produtor do cereal e a previsão este ano é de uma colheita de 15,0MT, segundo a bolsa de Cereais de Buenos Aires. O Brasil é o maior importador de trigo argentino.
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As vendas semanais de milho estadunidense somaram 0,9MT, dentro do que era esperado pelo mercado. No acumulado da safra 2023/24, iniciada em setembro, já são 15,6MT embarcadas, contra 12,0MT de mesmo intervalo no ano anterior.
Segundo a Secex, as exportações de milho brasileiro em janeiro totalizam, até aqui, 4,5MT, contra 6,1MT de janeiro do ano passado. Neste ano agrícola, que está se fechando, os embarques para o exterior somam 54,5MT. Na temporada anterior, o Brasil exportou 46,6MT.
No oeste do Paraná, indicações de compra na faixa entre R$ 54,00/56,00 – dependendo de prazos de pagamento e localização do lote.
CÂMBIO
O dólar opera estável, nesta manhã, a R$ 4,95. Ontem, fechou em R$ 4,949.
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