Fator que contribuiu para as recentes altas nas cotações do milho, segundo a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), a relação estoque sobre o consumo interno do cereal estava em 2,5% no final de janeiro, patamar nunca antes registrado no Brasil. Até então, a menor relação havia sido registrada no mesmo período em 2012, quando os estoques eram equivalentes a 4,1% do consumo anual.
A companhia aponta ainda que na colheita da primeira safra, na média nacional 20,9% das lavouras haviam sido colhidas até 23 de fevereiro, contra 24,9% no mesmo período de 2024.
Colheita do milho atinge 24% em MS, mas chuvas mantêm atraso no campo
Milho tenta reação em Chicago, mas mercado interno segue travado
Milho opera em queda na bolsa, mas exportação ganha ritmo no Brasil
Altas foram registradas hoje nos estados de Goiás (GO) e Mato Grosso do Sul (MS). O aumento varia entre 2,72% e 7,81% em algumas regiões, chegando a R$66,96/sc e R$69,00/sc respectivamente, conforme dados do Boletim Diário TF Consultoria.
Fonte: Conab, Cepea, TF Consultoria
Siga o portal RuralNews nas redes sociais
Acompanhe as principais notícias do agro em tempo real.
