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Produção de açúcar e etanol sente efeitos da menor oferta de cana, mas etanol de milho avança

Com menos cana disponível, produção de açúcar recua. Já o etanol se mantém em alta, impulsionado pelo milho

Produção de açúcar e etanol sente efeitos da menor oferta de cana, mas etanol de milho avança

Menor oferta de cana impacta a produção de açúcar, enquanto o etanol de milho ganha destaque. Foto: Canva

Foto do autor Redação RuralNews
18/04/2025 |


A menor oferta de cana-de-açúcar na safra 2024/25 impactou a produção de seus principais derivados. Segundo a Conab, a produção nacional de açúcar foi estimada em 44,1 milhões de toneladas, o que representa uma queda de 3,4% em comparação com a temporada anterior. Ainda assim, esse é o segundo maior volume já registrado na série histórica da Companhia, reflexo de um cenário de preços favoráveis, que levou boa parte da matéria-prima disponível a ser destinada à fabricação do adoçante.

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Apesar da retração na oferta de cana, a produção total de etanol cresceu 4,4%, somando 37,2 bilhões de litros. Esse aumento foi possível graças ao avanço significativo da produção de etanol a partir do milho, que vem ganhando espaço na matriz energética brasileira. Na atual safra, a produção de etanol de milho foi estimada em 7,84 bilhões de litros, alta de 32,4% em relação ao ciclo anterior. Já o etanol produzido a partir da cana somou 29,35 bilhões de litros, uma queda de 1,1%, impactado pelas condições climáticas desfavoráveis às lavouras.

No comércio exterior, o Brasil manteve o ritmo nas exportações de açúcar, com embarques estáveis em 35,1 milhões de toneladas. No entanto, a receita caiu 8,2%, totalizando US$ 16,7 bilhões, influenciada por preços internacionais mais baixos. Já as exportações de etanol recuaram 31% em volume, encerrando o ciclo com 1,75 bilhão de litros exportados.

Apesar do recuo nas exportações, o etanol de milho tem se consolidado como alternativa estratégica para manter o abastecimento interno durante a entressafra da cana. O crescimento de novas plantas industriais e a elevação da eficiência nas unidades existentes têm contribuído para ampliar a oferta e garantir maior estabilidade ao mercado de biocombustíveis no país.









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