Milho sobe em Chicago com apoio da soja e da demanda
Mercado internacional reage à expectativa de exportações dos EUA, enquanto preços no Brasil seguem estáveis
Por: Camilo Motter
O avanço ocorre, principalmente, devido à valorização da soja. Além disso, o mercado reage a sinais de demanda mais firme pelo milho dos Estados Unidos. Conforme análise da Granoeste, os agentes acompanham com atenção os dados de exportação do USDA.
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As projeções indicam embarques semanais que podem chegar a 2 milhões de toneladas. Caso esse volume se confirme, o cenário tende a reforçar o suporte às cotações. Além disso, a recente recuperação do petróleo melhora o sentimento do mercado internacional.
No mercado brasileiro, os preços futuros mostram pouca variação. Na B3, o contrato março sobe para R$ 69,95. Já o vencimento maio avança para R$ 69,80, ambos acima do fechamento anterior.
No mercado físico, os negócios seguem pontuais. Produtores e compradores adotam postura cautelosa diante do atual cenário. Assim, o volume negociado permanece limitado.
No oeste do Paraná, as indicações de compra variam entre R$ 60,00 e R$ 62,00 por saca. Enquanto isso, em Paranaguá, os preços da safrinha giram em torno de R$ 65,00.
Os valores variam conforme o prazo de pagamento, a localização do lote e o período de entrega. Por outro lado, o câmbio segue estável, com o dólar cotado a R$ 5,25. Com isso, o fator cambial pouco influencia os preços internos no momento.
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Texto publicado originalmente em Boletim de commodities
As projeções indicam embarques semanais que podem chegar a 2 milhões de toneladas. Caso esse volume se confirme, o cenário tende a reforçar o suporte às cotações. Além disso, a recente recuperação do petróleo melhora o sentimento do mercado internacional.
No mercado brasileiro, os preços futuros mostram pouca variação. Na B3, o contrato março sobe para R$ 69,95. Já o vencimento maio avança para R$ 69,80, ambos acima do fechamento anterior.
Brasil mantém ritmo lento de negócios
No mercado físico, os negócios seguem pontuais. Produtores e compradores adotam postura cautelosa diante do atual cenário. Assim, o volume negociado permanece limitado.
No oeste do Paraná, as indicações de compra variam entre R$ 60,00 e R$ 62,00 por saca. Enquanto isso, em Paranaguá, os preços da safrinha giram em torno de R$ 65,00.
Os valores variam conforme o prazo de pagamento, a localização do lote e o período de entrega. Por outro lado, o câmbio segue estável, com o dólar cotado a R$ 5,25. Com isso, o fator cambial pouco influencia os preços internos no momento.
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Texto publicado originalmente em Boletim de commodities
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