Milho começa a semana com leve queda em Chicago
Milho registra leve ajuste em Chicago enquanto mercado brasileiro segue com oferta crescente e plantio da safrinha em ritmo avançado
Por: Camilo Motter
Na B3, o contrato março opera a R$ 71,70 (ante R$ 72,00 no fechamento anterior), enquanto maio é negociado a R$ 71,15, abaixo dos R$ 71,43 da sessão passada.
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De acordo com avaliações do Fórum do USDA, a safra norte-americana 2026/27 deverá ter redução de área plantada, passando de 39,98 milhões de hectares para 38,04 milhões. Com isso, a produção tende a cair após o recorde registrado no último ciclo.
Na Argentina, a Bolsa de Rosário aponta que o clima segue com poucas chuvas, especialmente nas regiões centrais e sudeste. Atualmente, 82% das lavouras estão na fase de pendoamento, período que exige boa umidade no solo.
No Brasil, o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA) indica que o plantio do milho safrinha no Mato Grosso alcança 66,3% da área, avanço significativo frente aos 46% da semana anterior e próximo dos 67,2% observados no mesmo período do ano passado.
Segundo análise da Granoeste, o mercado doméstico segue lento, com maior oferta de produto novo, principalmente na Região Sul. Ao mesmo tempo, produtores concentram esforços na colheita da soja e no plantio da safrinha, enquanto os custos logísticos continuam pressionando os preços até a entrega nas indústrias.
No oeste do Paraná, as indicações de compra variam entre R$ 60,00 e R$ 62,00 por saca. Em Paranaguá, os preços da safrinha giram entre R$ 65,00 e R$ 67,00, dependendo do prazo de pagamento e da localização do lote.
No câmbio, o dólar opera em leve alta, cotado a R$ 5,18, após ter encerrado a sessão anterior a R$ 5,175.
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Texto publicado originalmente em Notícias
De acordo com avaliações do Fórum do USDA, a safra norte-americana 2026/27 deverá ter redução de área plantada, passando de 39,98 milhões de hectares para 38,04 milhões. Com isso, a produção tende a cair após o recorde registrado no último ciclo.
Na Argentina, a Bolsa de Rosário aponta que o clima segue com poucas chuvas, especialmente nas regiões centrais e sudeste. Atualmente, 82% das lavouras estão na fase de pendoamento, período que exige boa umidade no solo.
No Brasil, o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA) indica que o plantio do milho safrinha no Mato Grosso alcança 66,3% da área, avanço significativo frente aos 46% da semana anterior e próximo dos 67,2% observados no mesmo período do ano passado.
Segundo análise da Granoeste, o mercado doméstico segue lento, com maior oferta de produto novo, principalmente na Região Sul. Ao mesmo tempo, produtores concentram esforços na colheita da soja e no plantio da safrinha, enquanto os custos logísticos continuam pressionando os preços até a entrega nas indústrias.
No oeste do Paraná, as indicações de compra variam entre R$ 60,00 e R$ 62,00 por saca. Em Paranaguá, os preços da safrinha giram entre R$ 65,00 e R$ 67,00, dependendo do prazo de pagamento e da localização do lote.
No câmbio, o dólar opera em leve alta, cotado a R$ 5,18, após ter encerrado a sessão anterior a R$ 5,175.
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