Mercado da carne deve entrar em 2026 com oferta ajustada e preços estáveis
Contratos futuros indicam arroba firme no primeiro semestre do próximo ano, impulsionada pela retenção de fêmeas e pela demanda internacional aquecida
Por: Redação RuralNews
Em Goiás, o avanço do confinamento tem refletido no aumento dos abates e na consolidação do estado como um dos principais polos da pecuária intensiva brasileira.
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De acordo com Marcelo Penha, médico-veterinário e analista do Instituto para o Fortalecimento da Agropecuária de Goiás (Ifag), a pecuária intensiva continua em expansão. “A adoção de tecnologias nutricionais e de manejo tem permitido que os produtores otimizem recursos, engordem os animais mais rápido e obtenham melhores resultados econômicos”, explicou.
Entre os estados líderes em confinamento, Mato Grosso ocupa o primeiro lugar, com 2,1 milhões de bovinos, avanço de 23,5%. Em seguida, aparecem São Paulo, com 1,34 milhão, e Goiás, com 1,1 milhão de cabeças, registrando leve retração de 1,5% frente a 2024.
Mesmo assim, o volume de abates em Goiás aumentou. De janeiro a setembro de 2025, foram 2,67 milhões de cabeças processadas, contra 2,6 milhões no mesmo período do ano anterior. Assim, o estado mantém ritmo de produção elevado, impulsionado por maior eficiência na terminação de bovinos.
Os contratos futuros do boi gordo apontam para um cenário de estabilidade nos preços. As cotações médias giram em torno de R$ 335,00 por arroba, sinalizando confiança do mercado.
Confira as projeções para os próximos meses: em janeiro e fevereiro de 2026, a arroba deve ser negociada a R$ 331,30. Em março, o valor sobe levemente para R$ 332,45, enquanto em abril retorna a R$ 331,00. Já em maio, a cotação prevista é de R$ 333,30, e entre junho e setembro de 2026, a média projetada fica em R$ 336,50.
Segundo Penha, essa estabilidade reflete a expectativa de oferta mais enxuta no início do próximo ano. “O mercado trabalha com margens ajustadas e demanda firme, principalmente no mercado externo”, destacou.
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Texto publicado originalmente em Notícias
Expansão do confinamento e eficiência produtiva
Censo de Confinamento 2025 mostra aumento de 7,1% no número de bovinos confinados. Foto: Divulgação
De acordo com Marcelo Penha, médico-veterinário e analista do Instituto para o Fortalecimento da Agropecuária de Goiás (Ifag), a pecuária intensiva continua em expansão. “A adoção de tecnologias nutricionais e de manejo tem permitido que os produtores otimizem recursos, engordem os animais mais rápido e obtenham melhores resultados econômicos”, explicou.
Entre os estados líderes em confinamento, Mato Grosso ocupa o primeiro lugar, com 2,1 milhões de bovinos, avanço de 23,5%. Em seguida, aparecem São Paulo, com 1,34 milhão, e Goiás, com 1,1 milhão de cabeças, registrando leve retração de 1,5% frente a 2024.
Mesmo assim, o volume de abates em Goiás aumentou. De janeiro a setembro de 2025, foram 2,67 milhões de cabeças processadas, contra 2,6 milhões no mesmo período do ano anterior. Assim, o estado mantém ritmo de produção elevado, impulsionado por maior eficiência na terminação de bovinos.
Preços futuros indicam estabilidade na arroba
Os contratos futuros do boi gordo apontam para um cenário de estabilidade nos preços. As cotações médias giram em torno de R$ 335,00 por arroba, sinalizando confiança do mercado.
Confira as projeções para os próximos meses: em janeiro e fevereiro de 2026, a arroba deve ser negociada a R$ 331,30. Em março, o valor sobe levemente para R$ 332,45, enquanto em abril retorna a R$ 331,00. Já em maio, a cotação prevista é de R$ 333,30, e entre junho e setembro de 2026, a média projetada fica em R$ 336,50.
Segundo Penha, essa estabilidade reflete a expectativa de oferta mais enxuta no início do próximo ano. “O mercado trabalha com margens ajustadas e demanda firme, principalmente no mercado externo”, destacou.
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