Entrada de fertilizantes bate recorde e supera 41,7 mi de ton em 2025
Brasil registra volume recorde na importação de fertilizantes em 2025, impulsionado por expectativas positivas do produtor e cenário internacional favorável
Por: Redação RuralNews
De acordo com a Conab, o crescimento reflete a percepção do produtor brasileiro sobre um cenário mais favorável ao agronegócio. Para o superintendente de Logística Operacional da Companhia, Thomé Guth, as negociações tarifárias entre Estados Unidos e China ajudaram a ampliar as oportunidades para os produtos brasileiros no mercado internacional. Além disso, mudanças regulatórias, sanitárias e econômicas reforçam esse ambiente de expectativa positiva.
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O porto de Paranaguá, no Paraná, manteve a liderança como principal porta de entrada de fertilizantes no país. No acumulado até novembro, foram internalizadas 10,16 milhões de toneladas pelo terminal. Em seguida, o Arco Norte ganhou ainda mais relevância e se consolidou como a segunda maior rota de entrada de insumos.
Pelos portos da região Norte, desembarcaram cerca de 7,56 milhões de toneladas, volume que superou, pela primeira vez, o registrado no porto de Santos. Já pelo estado de São Paulo, a entrada somou aproximadamente 7,52 milhões de toneladas no período analisado.
Se Paranaguá lidera as importações de fertilizantes, o Arco Norte se firmou como o principal eixo das exportações de grãos. De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), os embarques de soja alcançaram 104,7 milhões de toneladas até novembro de 2025, volume recorde para o país.
Desse total, 36,8% saíram pelos portos do Arco Norte. Santos respondeu por 31,9%, enquanto Paranaguá concentrou 13% e o porto de Rio Grande, 7,9%.
No caso do milho, as exportações somaram 34,8 milhões de toneladas no acumulado até novembro. O Arco Norte liderou novamente, com 47,2% do volume embarcado. Santos ficou com 41,6%, seguido por Paranaguá, com 12,2%, e São Francisco do Sul, com 8,2%.
O Boletim Logístico também aponta um ritmo mais lento no mercado de frete agrícola em novembro. O movimento ocorre após o encerramento da safra 2024/25 e no início da temporada 2025/26. A expectativa é de que os preços do transporte passem a apresentar maior variação com o avanço da colheita das culturas de primeira safra.
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Texto publicado originalmente em Notícias
Portos concentram a entrada dos insumos
Movimentação de fertilizantes nos portos brasileiros cresce em 2025. Foto: Canva
O porto de Paranaguá, no Paraná, manteve a liderança como principal porta de entrada de fertilizantes no país. No acumulado até novembro, foram internalizadas 10,16 milhões de toneladas pelo terminal. Em seguida, o Arco Norte ganhou ainda mais relevância e se consolidou como a segunda maior rota de entrada de insumos.
Pelos portos da região Norte, desembarcaram cerca de 7,56 milhões de toneladas, volume que superou, pela primeira vez, o registrado no porto de Santos. Já pelo estado de São Paulo, a entrada somou aproximadamente 7,52 milhões de toneladas no período analisado.
Arco Norte avança também nas exportações
Se Paranaguá lidera as importações de fertilizantes, o Arco Norte se firmou como o principal eixo das exportações de grãos. De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), os embarques de soja alcançaram 104,7 milhões de toneladas até novembro de 2025, volume recorde para o país.
Desse total, 36,8% saíram pelos portos do Arco Norte. Santos respondeu por 31,9%, enquanto Paranaguá concentrou 13% e o porto de Rio Grande, 7,9%.
No caso do milho, as exportações somaram 34,8 milhões de toneladas no acumulado até novembro. O Arco Norte liderou novamente, com 47,2% do volume embarcado. Santos ficou com 41,6%, seguido por Paranaguá, com 12,2%, e São Francisco do Sul, com 8,2%.
Mercado de frete segue mais lento
O Boletim Logístico também aponta um ritmo mais lento no mercado de frete agrícola em novembro. O movimento ocorre após o encerramento da safra 2024/25 e no início da temporada 2025/26. A expectativa é de que os preços do transporte passem a apresentar maior variação com o avanço da colheita das culturas de primeira safra.
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