Comércio interestadual de leite, ovos e mel pode ser um estímulo à formalização na Bahia
Adab sensibiliza produtores para a oportunidade de grandes negócios, com a publicação do decreto no Diário Oficial da União (DOU), que saiu no último dia 14 e autoriza o comércio interestadual de leite, mel e ovos
Por: Redação RuralNews
A Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) projeta um aumento significativo de adesões, especialmente de agroindústrias familiares e de pequeno porte. A medida, que é excepcional e temporária, aplica-se a estabelecimentos com cadastro ativo no Sistema de Gestão de Serviços de Inspeção (e-SISBI).
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De acordo com o diretor-geral da Adab, Paulo Sérgio Luz, o decreto valoriza a qualidade dos produtos regionais e impulsiona o crescimento da economia local. “A equivalência das certificações do SIE ou SIM ao SISBI proporciona a ampliação de mercado, maior volume de vendas e maior visibilidade para a marca.
A autorização para comercializar em outros estados também abre novas oportunidades de parceria com distribuidores, supermercados e outros pontos de venda”, afirma. A medida tem validade de um ano e faz parte de um conjunto de ações do governo federal para tentar reduzir os custos dos alimentos.
Segundo o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, os produtos beneficiados pelo decreto não apresentam riscos à segurança sanitária.
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Texto publicado originalmente em Notícias
De acordo com o diretor-geral da Adab, Paulo Sérgio Luz, o decreto valoriza a qualidade dos produtos regionais e impulsiona o crescimento da economia local. “A equivalência das certificações do SIE ou SIM ao SISBI proporciona a ampliação de mercado, maior volume de vendas e maior visibilidade para a marca.
Agroindústrias familiares e de pequeno porte serão beneficiadas com a medida
A autorização para comercializar em outros estados também abre novas oportunidades de parceria com distribuidores, supermercados e outros pontos de venda”, afirma. A medida tem validade de um ano e faz parte de um conjunto de ações do governo federal para tentar reduzir os custos dos alimentos.
Segundo o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, os produtos beneficiados pelo decreto não apresentam riscos à segurança sanitária.
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